CARCERE DA LAMA

CARCERE DA LAMA

O 21 de Xuño, Miro Fernández foi hospitalizado na enfermeria do cárcere da Lama despois de engolir duas pillas e queimar o colchón da sua cela. O interno, que padece Sida, pretendia asi protestar polas duras condicións a que estava submetido na cela de isolamento onde fora recluído a raiz de un altercado con outro interno de orixe árabe. Durante os meses que se prolongou a sua reclusión neste módulo as suas defesas desceron de 255 a 6 devido sobretodo, ao que parece, a falta de atención médica adecuada.

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QUEIMADO EN VIGO

QUEIMADO EN VIGO

Celso Arosa Gaspar, interno no cárcere de Vigo, foi ingresado en coma na Clínica POVISA a consecuéncia das graves queimaduras que sofreu na sua cela pouco despois de ter explicado a un funcionário do centro as razóns da sua auséncia no reconto diário.

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EsCULcA NA AUDIÉNCIA

EsCULcA NA AUDIÉNCIA

O pasado 18 de Abril o Vice-Presidente de EsCULcA, Guillermo Presa Suárez, asistiu como Observador ao xuízo que se celebrava na Audiéncia Nacional contra un grupo de xovens vascos acusados de pertenceren a organizacións xuvenis abertzales que o xuiz instrutor (Baltasar Garzón) relaciona con grupos armados no sumários acumulados 18/01 e 15/02.

Este é o seu relatório: CRÓNICA DUN DIA NO XUÍZO A JARRAI-HAIKA-SEGI NA AUDIÉNCIA NACIONAL.

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PRISãO DOS NãO-NACIONAIS

PRISãO DOS NãO-NACIONAIS

O próximo 15 de SETembro, no Auditório Afonso de Barros de Lisboa, terá lugar a Conferéncia: “Instituições Sociais e a Justiça Social –o caso da Prisão de não-nacionais”. A Conferéncia é unha dupla celebración, por umha parte apresenta as conclusións de un proxecto multidisciplinar sobre “Prisão de não-nacionais” e pola outra anuncia a primeira edición (2005/06) de un curso de mestrado sobre “Instituiçoes Sociais e a Justiça Social”.

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RELATÓRIO ANUAL AI

RELATÓRIO ANUAL AI

A Associaçao contra a Exclusao e pelo Desenvolvimento publica na sua páxina un interesante comentário sobre o último relatório de Amnnistia Internacional.

“Quatro anos após o 11 de SETembro, a promessa de fazer do mundo um lugar mais seguro permanece vazia”, afirma Irene Khan, secretária-geral da Amnistia Internacional (AI), no prefácio do relatório anual da organização britânica de defesa dos direitos humanos. O documento afirma que os governos “traíram” a sua promessa de criar uma nova ordem mundial baseada nos direitos humanos e estão a perseguir uma “agenda perigosa”.

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DIA DO DIREITO A SABER

DIA DO DIREITO A SABER

A reivindicación do direito a saber converteu-se nos últimos anos nun movimento de alcance global que comezou xa a dar resultados salientáveis Por unha parte, o despertar de unha consciéncia cada vez mais ampla da importáncia que para a sociedade ten poder aceder à información dos poderes públicos, pola outra a aprovación en diferentes países de leis que regulan este direito.

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O PROTOCOLO EN PORTUGAL

O PROTOCOLO EN PORTUGAL

Como xa tivemos ocación de comentar en ocasións anteriores, tamén en Portugal, un grupo de organizacións “solidárias com a iniciativa internacional para obter dos respectivos Estados a subscrição do Protocolo Adicional do Tratado da ONU contra a tortura, para que este possa entrar em vigor, juntou-se para participar e organizar a parte portuguesa, que culminará, no dia Internacional contra a Tortura – 26 de Junho de 2005. A acção pública prevista realizar-se-á na véspera, dia 25”.

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SOTO DEL REAL

SOTO DEL REAL

Ugio Caamanho, militante independentista en prisión preventiva en Soto del Real, apresentou o 24 de Agosto denúncia por maus tratos contra vários funcionários deste centro penitenciário. Segundo a denúncia, os funcionários levaron Ugio Caamanho ao módulo de isolamento e ali, encanto un deles o levantava segurando-o polo pescozo, os outros mallavan nel urxindo-o a despir-se. Ao ser conducido novamente à cela pudo comprovar que as suas pertenzas foran espalladas polo chan.

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O PROTOCOLO NO CONGRESO

O PROTOCOLO NO CONGRESO

A Mesa da Cámara acordou o pasado 12 de Xullo encomendar Ditame à Comisión de Asuntos Exteriores, polo procedimento de urxéncia, e estabelecer un prazo de oito dias hábeis para a presentación de emendas à totalidade ou a parte do articulado, a respeito da ratificación do Protocolo Facultativo à Convención contra a Tortura e outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes.

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