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O CAT confirma denúncias sobre centros de menores


MILITANTE INDEPENDENTISTA ENTRE AS VÍTIMAS

Quando na passada semana Ceivar denunciava a incomunicaçom e o trato vexatório ao que foi submetido o militante Xurxo Rodrigues em "Los Rosales", poucas vozes dos chamados democratas se pudêrom escuitar. Apenas os meios comunitários e parte da imprensa nacionalista se fijo eco do chamado. Como sempre, as ratificaçons às denúncias independentistas venhem de mais longe. E confirmando tristemente o dito polo organismo anti-repressivo, um comité dependente da ONU aponta a Espanha como responsável dos sinistros episódios dos centros de menores. Estes som alguns dos dados.

 A finais do passado ano, o afamado Comité contra a Tortura comunicou aos dirigentes espanhóis a sua "inquietude" polos episódios de isolamento nestes centros -precisamente como o que padece Xurxo Rodrigues. Aliás, a administraçom de fármacos "sem garantias", a acumulaçom de suicídios e denúncias por maus tratos, pugérom estas instituiçons na zona de sombra que tanto caracteriza todo o entramado penal espanhol.
 
Controlo e psicofármacos
Um moço que assina como J. -segundo recolhe o colectivo antimilitarista Tortuga, em funçom das antes ditas denúncias- escreve numha carta: "punham-me até a cabeça de píldoras. Nunca me dixeram para que eram nem para que serviam (...) Caia-me a baba. Fôrom-me dando cada vez mais, inclusive protectores do estómago, porque eram mui fortes (...) Ao sair, tivem muito mono, insónio e nervos." O moço estivo no Centro de Reforma Pi i Gross de Castelhom.

O educador social Josep Alfons Arnau Sánchez alertou num informe sobre "os perigos de empregar psicofármacos em sítos fechados, pois tende-se a substituir o tratamento educativo-terapéutico pola contençom química via neurolépticos e medicaçom psiquiátrica". Nos centros cataláns, por exemplo, mais do 60% dos presos e presas menores tomam fármacos, imitando tristemente as prisons para adultos.
Amnistia Internacional apresentou um cumprido informe sobre estes centros intitulado. "Se volto, matom-me!". Nele dize-se que se viola o direito à saúde de menores que tomam psicofármacos obrigados, "com finalidade sancionadora, nom terapéutica".
 
Dados sinistros  
Os dados cantam: em apenas sete anos, catorze nenos e adolescentes morreram em centros de administraçom e subcontratas (nos que a repressom é um negócio privado). Poucos dados saltárom à opiniom pública. E no caso dos abusos, se quem os padece nom é apenas preso, mas preso e independentista galego, a informaçom ainda será censurada com mais zelo.