Daquelas Operaçons Orquestradas contra Anarquistas no Estado español. Mais de 60 pessoas detidas acusadas de terroristas e nenhuma declarada culpável

Na sequência das detençons das supostas celulas teroristas dos CDR de Catalunya, falsimédios de seguido tiraram comparativas interesadas coa ETA e mesmo tiraram do baú das lembranzas de Karina a Terra Lliure ( 1 ), para intervir interessadas nesta nova montagem política judicial policial e mediática contra o independentismo catalám. A mim esta montagem nom me traz á memória nada disto, senom que me lembra de maneira sistemática as diversas operaçons orquestradas no estado español contra anarquistas em todo o estado, acontecidas entre finais de 2013 e e finais de 2015 co galho de assinalar-nos como terroristas organizados baixo as siglas GAC (Grupo de Anarquistas Coordinados).


ATAQUE À ARÁBIA SAUDITA: FACTOS E MISTÉRIOS – Peter Koenig

Ao princípio foi um ataque a campos petrolíferos sauditas lançado pela resistência iemenita. Agora, passada mais de uma semana, as certezas iniciais foram-se esbatendo para dar lugar a um conjunto de factos debatendo-se numa teia de mistérios e alimentando uma enorme confusão – boa para os pescadores globais de águas turvas. Entre os quais os grandes especuladores financeiros, os adeptos da bolha da dívida, os amantes das “crises do petróleo” e os fanáticos da necessidade de uma guerra contra o Irão.


EsCULcA: Suspendido temporalmente acto público en defensa da Liberdade de Expresión

Por alerta de mal tempo, fica suspendido até novo aviso o acto que EsCULcA tiña previsto celebrar o próximo sábado dia 21 – ás 12:00 do mediodía na Praza do Toural de Compostela en defensa da Liberdade de Expresión. Como a sabedoría popular afirma que nunca choveu que non escampase, agardaremos que chegue mellor tempo (climatolóxico) para instalar o noso espazos de liberdade e desfrutar da actuación de Leo i Arremecaghona e Isa Risco.


Colômbia sob a pressão de “criminosos de paz” – Maurice Lemoine

… os dois homens [Macron e Duque], infelizmente, não tiveram tempo de evocar os 7 milhões de deslocados internos colombianos, nem os 462 dirigentes sociais, comunitários, indígenas, camponeses e defensores dos direitos humanos assassinados no país, de janeiro de 2016 a fevereiro de 2019 (incluindo 172 em 2018), a crer no Provedor de Justiça (Ombudsman) Carlos Negret, nem os 133 ex-guerrilheiros executados (assim como 34 membros das suas famílias), depois de haverem deposto as armas, confiantes na palavra do Estado