Biden, mais trumpista que Trump –

O atual presidente dos Estados Unidos atua na contramão de suas promessas eleitorais, endurecendo a política de imigração em todas as frentes: tanto ao negar uma audiência aos haitianos que solicitam asilo quanto ao impor restrições adicionais à entrada de imigrantes no território estadunidense, sob o pretexto de combater a pandemia.


Violencia institucional nos cárceres

Na semana pasada fíxose público un caso moi grave de violencia institucional na prisión de Villena, en Alacant. O caso tomou relevancia pública debido a que a subdirectora da prisión sufriu agresións o día antes de declarar como testemuña no Xulgado por un caso de malos tratos que implicaba a tres funcionarios do centro. Agredíronna ao mesmo tempo que a instaban, sen que ela puidese recoñecer o rostro dos agresores, a estar “caladiña” nos Xulgados. Por Andrés García Berrio.


A Lei que dá ao presidente dos EUA licença para matar

A 18 de Setembro de 2001, uma semana após o 11 de Setembro, o Congresso dos EUA aprovou a Lei Pública 107-40 por votação unânime bipartidária, que declarava: “O Presidente está autorizado a utilizar toda a força necessária e apropriada contra as nações, organizações, ou pessoas que ele acredita terem planeado, autorizado, cometido, ou ajudado nos ataques terroristas que ocorreram a 11 de Setembro de 2001, ou dado refúgio a tais organizações ou pessoas, a fim de prevenir qualquer acto futuro de terrorismo internacional contra os Estados Unidos da parte de tais nações, organizações, ou pessoas”. O projecto de lei, que conferia ao Presidente republicano George W. Bush plenos poderes de guerra, foi elaborado pelo senador democrata, Joe Biden, presidente da Comissão de Relações Externas.
Por Manlio Dinucci


Ler é comparar – César Domínguez

O autor, profesor de literatura comparada na USC, deféndese das acusacións de antisemitismo recibidas por titular o seu seminario “Auschwitz/Gaza: un campo de probas para a literatura comparada”.


Muitas mulheres afegãs se sentiam inseguras antes da chegada do Talibã –  Sippi Azarbaijani-Moghaddam

As poucas vistas pelo ocidente em seus projetos podem ter ficado em segurança, mas as não alfabetizadas que ganhavam dinheiro no projeto de costura recebiam um soco na cara. A jovem menina que entrou para a academia de polícia recebia ordens para esvaziar lixeiras, fazer chá para os homens e disponibilizar seu corpo para o prazer sexual dos homens. A mulher que foi presa por adultério, no reinado de Hamid Karzai ou Ashraf Ghani, ficaria aterrorizada de deixar a prisão em uma província do norte por temer por sua vida e pelo bem estar dos seus filhos, tendo em vista que não existem empregos bem pagos para mulheres analfabetas em áreas rurais.