A censura governamental não deveria ter lugar na praça pública digital –  Jameel Jaffer e Katie Fallow

Com Donald Trump fora da Casa Branca e banido das principal plataforma de mídia social, a Suprema Corte finalmente encerrou o longo processo judicial sobre a prática do ex-presidente de bloquear críticos da sua conta no Twitter, declarando o caso como irrelevante. O processo, que nós e nossos colegas iniciamos seis meses após o começo do mandato de Trump, provavelmente será lembrado como um artefato da era Trump – uma colisão da Primeira Emenda, com as patologias das redes sociais e um demagogo carente e sensível indiferente aos limites constitucionais que permeiam sua autoridade.


Tudo o que o ocidente afirma valorizar fica invalidado pelo tratamento que dá a Julian Assange – Caitlin Johnstone

O mundo ocidental tem uma opinião muito elevada de si mesmo e seus supostos valores, mas o seu tratamento ao fundador da WikiLeaks – Julian Assange – torna tudo uma mentira. Assange provou isto para além de qualquer dúvida. Com as suas publicações, sim, mas primeiro e acima de tudo, com a brutal e tirânica resposta a essas publicações. Todos estamos em grande dívida para com ele, por expor a mentira do mundo ocidental.


O poder é de quen interpreta a lei – Pilar Allegue

Definimos o Estado de Dereito como un Estado “sometido ao imperio da lei”, esquecendo que o interprete ten grande importancia e que incluso en moitas ocasións é mais importante que a propia lei escrita. Por esta razón é tan fundamental o control dos órganos superiores da xustiza. O Consello Xeral do Poder Xudicial (CXPX), o Tribunal Supremo, o Tribunal Constitucional, o Ministerio Fiscal ou a Audiencia Nacional deciden sobre o sentido da lei e sobre quen controla as institucións superiores do Dereito.


Quedan sequera dez xustos? – Elisa Beni

Non sei con cantos homes xustos, capaces de cheiraren a degradación dos dereitos e liberdades, se salvará a democracia. Se dependese de Yahvé, talvez chegaría con dez, mais sendo que non existe e que temos que defendernos sós, non se onde está a liña alén da cal a estultice, a falta de fineza xurídica, o medo e a desidia acabarán arrasando o xa deteriorado estado de dereito que nos vai restando.


Un Gran-Irmán innecesario en Santiago – Beatriz Castro

Cámaras intelixentes para saber quen entra e quen sae, lectores de matrículas, máquinas que controlan os fluxos de persoas, postes con luciñas… e agora tamén drones que sobrevoan a cidade co fin de intensificar a vixilancia. En verdade fai falta activar semellante movida tecnolóxica para garantir a seguranza do centro histórico de Santiago?