Antes de ficar isolado de quase todos os meios de comunicação com o mundo exterior em março, Julian Assange, o fundador da WikiLeaks, que se mantém na Embaixada do Equador, em Londres, partilhou a sua opinião sobre as ameaças que a humanidade enfrenta em relação ao progresso da Inteligência Artificial e à proteção de dados.

Um dos mais famosos denunciantes do mundo, Julian Assange, procurado pelos EUA por revelar documentos confidenciais no seu site WikiLeaks, sobre a guerra do Iraque durante quase dez anos, prevê um cenário sombrio que é “muito instável quanto à civilização tecnológica”, afirmando que “não durará muito” por causa da rápida competição no mundo interligado.

 

Ver las imágenes de origen

 

Assange também alertou para a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais visados e roubados por criminosos. Além disso, as pessoas têm de negociar a sua relação com todas as principais potências mundiais desde tenra idade. Só “muito poucas pessoas capazes tecnicamente conseguem viver à margem”, o que “cheira um pouco a totalitarismo”, é a opinião de Assange.

“Esta geração está a nascer agora… é a última geração livre. Mal acabam de nascer, imediatamente, ou no prazo de um ano, ficam conhecidos a nível global. A identidade deles, de uma forma ou de outra – em consequência da idiotice dos pais, que publicam o nome e as fotos no Facebook ou em consequência das aplicações de seguros ou do passaporte – torna-se conhecida de todas as principais potências mundiais. É uma situação muito diferente da anterior”, afirmou no vídeo.

Assange também alertou para a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais visados e roubados por criminosos. Além disso, as pessoas têm de negociar a sua relação com todas as principais potências mundiais desde tenra idade. Só “muito poucas pessoas capazes tecnicamente conseguem viver à margem”, o que “cheira um pouco a totalitarismo”, é a opinião de Assange.

“Esta geração está a nascer agora… é a última geração livre. Mal acabam de nascer, imediatamente, ou no prazo de um ano, ficam conhecidos a nível global. A identidade deles, de uma forma ou de outra – em consequência da idiotice dos pais, que publicam o nome e as fotos no Facebook ou em consequência das aplicações de seguros ou do passaporte – torna-se conhecida de todas as principais potências mundiais. É uma situação muito diferente da anterior”, afirmou no vídeo.

Assange também alertou para a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais visados e roubados por criminosos. Além disso, as pessoas têm de negociar a sua relação com todas as principais potências mundiais desde tenra idade. Só “muito poucas pessoas capazes tecnicamente conseguem viver à margem”, o que “cheira um pouco a totalitarismo”, é a opinião de Assange.

“Esta geração está a nascer agora… é a última geração livre. Mal acabam de nascer, imediatamente, ou no prazo de um ano, ficam conhecidos a nível global. A identidade deles, de uma forma ou de outra – em consequência da idiotice dos pais, que publicam o nome e as fotos no Facebook ou em consequência das aplicações de seguros ou do passaporte – torna-se conhecida de todas as principais potências mundiais. É uma situação muito diferente da anterior”, afirmou no vídeo.

Assange também alertou para a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais visados e roubados por criminosos. Além disso, as pessoas têm de negociar a sua relação com todas as principais potências mundiais desde tenra idade. Só “muito poucas pessoas capazes tecnicamente conseguem viver à margem”, o que “cheira um pouco a totalitarismo”, é a opinião de Assange.

“Esta geração está a nascer agora… é a última geração livre. Mal acabam de nascer, imediatamente, ou no prazo de um ano, ficam conhecidos a nível global. A identidade deles, de uma forma ou de outra – em consequência da idiotice dos pais, que publicam o nome e as fotos no Facebook ou em consequência das aplicações de seguros ou do passaporte – torna-se conhecida de todas as principais potências mundiais. É uma situação muito diferente da anterior”, afirmou no vídeo.

Assange também alertou para a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais visados e roubados por criminosos. Além disso, as pessoas têm de negociar a sua relação com todas as principais potências mundiais desde tenra idade. Só “muito poucas pessoas capazes tecnicamente conseguem viver à margem”, o que “cheira um pouco a totalitarismo”, é a opinião de Assange.

“Esta geração está a nascer agora… é a última geração livre. Mal acabam de nascer, imediatamente, ou no prazo de um ano, ficam conhecidos a nível global. A identidade deles, de uma forma ou de outra – em consequência da idiotice dos pais, que publicam o nome e as fotos no Facebook ou em consequência das aplicações de seguros ou do passaporte – torna-se conhecida de todas as principais potências mundiais. É uma situação muito diferente da anterior”, afirmou no vídeo.

“Pode produzir inteligências artificiais muito robustas que podem estar alinhadas com estados. Já vemos isso nos Estados Unidos e na China… essas duas potências vão conquistar todo o mercado. A rápida competição entre elas, com o apoio dos estados por detrás delas e a exacerbação da competição comercial por intermédio da competição geopolítica conduzirão ao desejo incontrolável do crescimento da capacidade da inteligência artificial, que levará a um conflito muito grave ou estupidificante. É essa a maior ameaça”, disse num vídeo, gravado antes de ser boicotado totalmente, e publicado pelos organizadores do World Ethical Data Forum , em Barcelona.

Assange também alertou para a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais visados e roubados por criminosos. Além disso, as pessoas têm de negociar a sua relação com todas as principais potências mundiais desde tenra idade. Só “muito poucas pessoas capazes tecnicamente conseguem viver à margem”, o que “cheira um pouco a totalitarismo”, é a opinião de Assange.

“Esta geração está a nascer agora… é a última geração livre. Mal acabam de nascer, imediatamente, ou no prazo de um ano, ficam conhecidos a nível global. A identidade deles, de uma forma ou de outra – em consequência da idiotice dos pais, que publicam o nome e as fotos no Facebook ou em consequência das aplicações de seguros ou do passaporte – torna-se conhecida de todas as principais potências mundiais. É uma situação muito diferente da anterior”, afirmou no vídeo.

Assange também alertou para a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais visados e roubados por criminosos. Além disso, as pessoas têm de negociar a sua relação com todas as principais potências mundiais desde tenra idade. Só “muito poucas pessoas capazes tecnicamente conseguem viver à margem”, o que “cheira um pouco a totalitarismo”, é a opinião de Assange.

“Esta geração está a nascer agora… é a última geração livre. Mal acabam de nascer, imediatamente, ou no prazo de um ano, ficam conhecidos a nível global. A identidade deles, de uma forma ou de outra – em consequência da idiotice dos pais, que publicam o nome e as fotos no Facebook ou em consequência das aplicações de seguros ou do passaporte – torna-se conhecida de todas as principais potências mundiais. É uma situação muito diferente da anterior”, afirmou no vídeo.

Segundo o fundador da WikiLeaks, “essa competição geopolítica, aproveitada pelas maiores empresas de inteligência artificial” está preparada “para acelerar um processo que os seres humanos já não conseguem controlar”.

“As instituições [humanas] são criadas para a competição, e ao aumentarem de tamanho e de domínio do mercado, etc., agarram todas as vantagens que podem e vão continuar a acelerar a competição. Tudo o que produzem contém esse ADN. É para aí que caminhamos e é essa a grave ameaça aos seres humanos, em geral, e a todos os negócios. Talvez a resposta a essa ameaça seja as pessoas compreenderem a segurança informática, segurança informática ofensiva”, disse Assange na entrevista.

A capacidade emergente de grandes entidades e empresas privadas para continuar a reunir dados maciços das pessoas, juntamente com a aplicação da Inteligência Artificial (IA) também tem desempenhado um papel significativo. Com a Google, o Baidu, o Tencent, a Amazon e o Facebook “praticamente a recolher os conhecimentos da humanidade, quando comunicamos uns com os outros”, este modelo clássico, chamado “capitalismo de vigilância” é agora diferente.

“É uma mudança económica muito importante e muito grave. Ou seja, agarrar no modelo de capitalismo de vigilância e transformá-lo num modelo que ainda não tem nome, um “modelo IA” e usar este vasto reservatório para treinar inteligências artificiais de diversos tipos. Isto substituirá não só setores intermédios – a maior parte das coisas que fazemos na Internet, em certo sentido, é uma intermediação mais eficaz — mas controlará o setor dos transportes, ou criará setores totalmente novos”, afirmou Assange.

Assange também alertou para a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais visados e roubados por criminosos. Além disso, as pessoas têm de negociar a sua relação com todas as principais potências mundiais desde tenra idade. Só “muito poucas pessoas capazes tecnicamente conseguem viver à margem”, o que “cheira um pouco a totalitarismo”, é a opinião de Assange.

“Esta geração está a nascer agora… é a última geração livre. Mal acabam de nascer, imediatamente, ou no prazo de um ano, ficam conhecidos a nível global. A identidade deles, de uma forma ou de outra – em consequência da idiotice dos pais, que publicam o nome e as fotos no Facebook ou em consequência das aplicações de seguros ou do passaporte – torna-se conhecida de todas as principais potências mundiais. É uma situação muito diferente da anterior”, afirmou no vídeo.