Organizações de direitos humanos rechaçaram a nova resolução pois o novo artefato pode ser utilizado para situações de torturas e maus-tratos.

 

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Pelo Twitter, a ministra de Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, ao anunciar a nova resolução, declarou que as armas Taser “se incorporam no cuidado com a cidadania”, e que com o uso será “mais um passo contra o crime”.

O governo argentino estabeleceu que a utilização das armas devem respeitar os objetivos determinados pelo ministério de Segurança, para imobilização, legítima defesa e impedir delitos.

O texto explica que o uso dessas armas “irá abordar situações operacionais onde o uso da força, sem o uso de armas de fogo, é necessário. Sendo um meio intermediário para exercer um uso racional e gradual da força em situações de confrontos com pessoas violentas ou ameaçadoras”.

Entretanto, o uso do armamento foi questionado diante de discrepâncias quanto às possíveis consequências de seu uso e seus efeitos na saúde. Organizações de direitos humanos rechaçaram a nova resolução, pois o novo artefato pode ser utilizado para situações de torturas e maus-tratos.

Em janeiro, Bullrich havia anunciado ao jornal argentino Clarín a intenção de compra das armas. Cada unidade custa em média três mil dólares.

As armas de choque disparam dois cabos que ao contato com os músculos descarregam uma corrente elétrica que faz uma imobilização temporária.

Ópera Mundi