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(Num inciso necessário aclaro que esta atitude dos falsimédios de todo o mundo divulgando o assassinato brutal de George Floyd a mãos dum polícia, nom é algo habitual. Falsimédios nunca falam dos numerosíssimos casos de violência policial que sucedem a diário em toda a orbe e dentro dos límites de qualquer fronteira. Este caso ocupou cabeçalhos a consequência de que a notícia foi muito divulgada nas RRSS e porquê derivou em protestos múltiplos)

Falsimédios de toda España participaram da crítica a esses métodos policiais de praticar o sufocamento á pessoa detida porque o caso sucedeu muito longe de nós. E condiçom sine qua nom que aconteça quanto mais longe melhor. Mesmo aponto que, graças a esta campanha orquestrada nos mentideiros españois, a manobra policial que causou a morte a George, está agora considerada e assimilada polo povo -mesmo polas mentes hipnotizadas e/ou idiotizadas polas teles- como um ato abusivo e repulsivo de razismo policial e institucional.

FEITO ISOLADO??

O pelele Risto Mejide assim que viu o vídeo e ver o que -para qualquer espetadora imparcial e objetiva- resulta evidente, declama exaltado ipso facto e como mau ator que é, a máxima obrigatória nos falsimédios nestes casos de atos nojentos e excesivamente violentos quando som cometidos polas diferentes polícias que povoam aldeias, vilas e cidades do reino borbónico español: “Obviamente estamos ante un hecho aislado”.

Segundo a RAE, o termo castelám “aislado”, sinifica “solo, suelto, individual” mais nas imagens vê-se bem que o polícia que fai tam terrível manobra nom está sozinho, tem junto ele companheiros que o ajudam a maltratar o menor. Ou seja que digo eu que quando Meijide fala de “hecho aislado” nom se referirá a que “na faena” estava só o polícia. A RAE tamém admite esta palavra como particípio do verbo “aislar”, mas por muito que leia as diferentes opinions nom acho nada de “isolado” nesta açom criminal.

A máxima obrigatória “estamos ante un hecho aislado” fai-se muito necessária quando há de dar por certo algo que ninguém, no sã consciência, considera como tal. Quantas de vós, nas vossas vidas quotidianas, nom teredes assistido a casos de violência policial ?? Eu, polo menos, tenho visto umas quantas e padecido alguma e presumo que, quem nom observou alguma, é bem porque nunca sai da casa, é muito nova ainda ou, como di a cançom de Brassens: “salvo as cegas,… é natural”.

Além, se de verdade fosse um caso isoado, nom haveria essa imediata necessidade de esclarecer esta circunstância mal começar a falar do que todas vimos. Nom teriam que deitar fora argumentos vagos durante minutos para convencer o público de que a maioria das polícias nom som assim. Se em verdade nom fossem assim muitas delas, muitíssimas, nom haveria necessidade de dizê-lo de imediato porque o público televisivo já teria essa mesma ideia. E tampouco haveria necessidade de começar pola palavra categórica “obviamente” coa que se pretende nom permitir nenhuma discrepância ao respeito.

NOM, SR. CRISTO, NOM É ÓBVIO QUE SEJA UM CASO ISOLADO

Ponhamos por caso um outro feito recente que foi considerado como uma raridade em todos os falsimédios e tamém ocupou muitos minutos em todos eles: A orca que arrancou o leme a um veleiro da armada española em águas galegas. Nengum falsimédio citou o feito como um caso isolado, nengum comunicador ousou dizer que o comportamento desse animal era único e que nenhuma outra orca do mundo faria o que fijo esta; e isso que todos, sem excepçom, consideraram tal atitude como estranha e atípica e “rara avis in maris” . O morbo de as orcas, que muitos falsimédios gostam em denominar “baleas assassinas”, poderem atacar as humanas numa ria galega vende muito mais que contar que esse comportamento é estranho e um feito isolado.

JUSTIFICANDO OS ABUSOS, CRIMINALIZANDO A VÍTIMA

“Además no sabemos que pasa antes de que o policía reduzca al menor, lo cual no sé si exime de algo o no a esos agentes. Las imágenes son inquietantes, si es solo porque llevaba mal la mascarilla a mí me parece desproporcionado, acrecenta logo o energúmeno.

Depois voltará uma e outra vez a tratar de justificar este ato vil de uso desproporcionado da violência contra um menor de idade sob o argumento falaz de nom termos visto o que se passou antes, e de imediato Cristo começa a inventar possíveis motivos que puderem justificar esta barbaridade tal como que o moço poderia ter esgrimido uma arma branca de grande calibre que motivase a sua detençom com estas maneiras.

Por sorte uma das suas tertulianas convidadas,  Alicia Gutiérrez, deixa bem claro o seu posicionamento quando lhe dam voz: El Estado nunca puede comportarse como los ladrones. Haya pasado lo que haya pasado antes, los representantes del Estado no pueden comportarse de cualquier manera con un ciudadano.

Mas Cristo tem claro que ele tem que justificar a brutalidade policial, à vez que insiste em tratar de fazer passar isto como um caso isolado, e terma na intriga de saber que fijo o rapaz antes do gravado ¿Qué pasó antes para que la policía actuara así? Cristo amosa assim a sua necessidade em apoiar o abuso policial sem remorso algum porque como declara “si es solo porque llevaba mal la mascarilla a mí me parece desproporcionado”; com o que dá a entender que se o moço tivesse feito algo criminal ao Cristo Meijide sim lhe pareceria oportuno e proporcionado asfixiar um menor contra o chao, aplicando-lhe uma técnica mortal sobre pescoço. 

E como Cristo precisa de justificar este ato criminal, apesar de insistir em que é algo isolado, manda uma reporteira falar com o responsável municipal deste polícia e, desde um ponto do exterior do plató, esta comunica radiante que o concelheiro responsável deste corpo policial dá fe ao atestado policial escrito polos mesminhos polícias. Um atestado que explica que o moço se resistiu à polícia e tentou agredir o agente com a cadeia do cam e que a nai do moço golpeou outro e que âmbos, nai e filho foram levados detidos e os polícias foram até o hospital para fazer um parte de lesions polas pancadas recebidas da nai e o menor.

Cristo muda seu rostro, sorri pois já tem justificaçom para a violência policial e muda de tema dando o assunto por fechado.

Devemos dizer que, segundo outros noticiarios, a família das detidas negam por completo que o moço golpeasse com o cinto do cam um dos agentes e que a nai só fijo o que qualquer nai faria ao ver que estám asfixiando impunemente um seu filho.